Reunir dados
Tenha consigo os elementos dos compradores, vendedores, imóvel e valor da compra.
Na prática, as chamadas “guias” correspondem aos documentos de pagamento gerados pela Autoridade Tributária depois da entrega da declaração Modelo 1 do IMT. O processo começa, por isso, com a preparação da compra e com a submissão correta da declaração — e só depois surgem os documentos de pagamento do IMT e do Imposto do Selo.
Esta página resume o fluxo habitual antes da escritura: que dados reunir, onde tratar a declaração, quando surgem os documentos e até quando deve ser feito o pagamento.
Tenha consigo os elementos dos compradores, vendedores, imóvel e valor da compra.
A declaração pode ser tratada online, por e-balcão ou em Serviço de Finanças com marcação.
Após a submissão, surgem dois documentos de pagamento: um para IMT e outro para IS.
Em regra, no próprio dia ou no 1.º dia útil seguinte, sempre antes da aquisição.
A AT aponta três vias principais: Portal das Finanças, e-balcão com a declaração preenchida e assinada, ou Serviço de Finanças mediante marcação prévia.
Se a sua prioridade é apenas prever custos, a calculadora de IMT continua a ser o melhor ponto de partida.
Se houver dúvidas sobre VPT, quotas entre compradores, benefício jovem, isenções ou enquadramentos mistos, é prudente validar o caso antes da submissão do Modelo 1.
Para esse enquadramento, veja também o guia do IMT e as isenções aplicáveis.
Antes de entrar no Portal das Finanças, confirme a identificação fiscal dos intervenientes, os dados matriciais do imóvel e o valor que vai constar do ato ou contrato. A caderneta predial ajuda a evitar erros logo de início.
É este o passo que desencadeia a liquidação. Mesmo quando existe isenção, é muitas vezes aqui que o benefício é invocado e que a operação é formalmente enquadrada.
Depois da submissão, a AT gera dois documentos: um para o IMT e outro para o Imposto do Selo. Na área pessoal do Portal das Finanças pode consultar a declaração e os elementos associados.
Uma estimativa baseada apenas no valor de compra pode não coincidir com a liquidação formal se o VPT for superior. No projeto, a regra-base mantém-se: releva, em princípio, o maior entre o valor do contrato e o VPT.
Se vai invocar uma isenção ou benefício, o enquadramento deve ser refletido corretamente na declaração. Isso inclui cenários de isenção de IMT e casos de regime jovem, quando aplicáveis.
Quando a aquisição envolve dois compradores, percentagens distintas ou situações mistas, o preenchimento pode exigir mais cuidado para evitar liquidações erradas ou correções posteriores.
O procedimento pode parecer simples, mas diferenças de enquadramento, isenções, VPT, quotas ou destino do imóvel podem alterar a liquidação e a documentação necessária.
Base oficial consultada: folheto da AT Os meus direitos e deveres na aquisição de um prédio, página do gov.pt sobre IMT e área de modelos e formulários IMT.